



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil e mais dez
países latino-americanos conquistaram avanços significativos na redução de
mortes relacionadas à gravidez ou parto de 1990 a 2013. Mundialmente, taxas
também estão em queda, embora doenças crônicas e outras condições médicas
pré-existentes ainda sejam um problema grave. O Brasil reduziu sua taxa de
mortes maternas em 43% desde a década de 90.
Entre os programas instituídos pelo Ministério da Saúde para
melhor a atenção durante a gestação está a Rede Cegonha. O programa tem o
objetivo de proporcionar saúde, qualidade de vida e bem estar às mulheres
durante a gestação, parto, pós-parto e o desenvolvimento da criança até os dois
primeiros anos de vida, além de reduzir a mortalidade materna e infantil e
garantir os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres, homens, jovens e
adolescentes. A proposta qualifica os serviços ofertados pelo Sistema Único de
Saúde (SUS) no planejamento familiar, na confirmação da gravidez, no pré-natal,
no parto e no puerpério. Atualmente a Rede Cegonha desenvolve ações em 5.488
municípios, alcançando 2,6 milhões de gestantes.
A Caderneta da Gestante também é
um instrumento fundamental para o cuidado. Nela devem estar registradas as
informações de acompanhamento da gestação e deve ser parte essencial do
processo de trabalho dos profissionais de saúde, sendo utilizada em todas as
consultas do pré-natal. As informações inseridas na caderneta podem apoiar o
diálogo entre a equipe de saúde e a gestante na preparação para o parto e a
amamentação.
Além de esclarecer direitos fundamentais como
a Lei do Acompanhante (http://www.blog.saude.gov.br/index.php/570-destaques/34264-dia-dos-pais-a-importancia-do-envolvimento-e-da-presenca-paterna).
Conheça a caderneta (http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/caderneta_gestante.pdf).
O Dia Internacional
de Ação Pela Saúde da Mulher foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e
Saúde que ocorreu em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de
Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos, ocasião em que a morte materna
apareceu com toda a sua magnitude. A partir dessa data, o tema ganhou maior
interesse e no V Encontro Internacional Mulher e Saúde, realizado em São José
da Costa Rica, a RSMLAC propôs que a cada ano, no dia 28 de maio, uma temática
nortearia ações políticas que visassem prevenir mortes maternas evitáveis.
Em 1988 teve início a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna coordenada pela Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos - RMMDR e pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe – RSMLAC. Ao longo dos anos diferentes ações têm sido realizadas para motivar diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia para formação de uma forte opinião pública para esta séria questão.
Em 1988 teve início a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna coordenada pela Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos - RMMDR e pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe – RSMLAC. Ao longo dos anos diferentes ações têm sido realizadas para motivar diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia para formação de uma forte opinião pública para esta séria questão.
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